Mercado da Música
Comparando
o mercado nacional com o internacional, temos algo bastante promissor. No ranking
da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) o Brasil ocupa a
colocação de 9º.
Somente as
plataformas de streamings são responsáveis por mais de 87% do faturamento no
setor nacional. É um número que está em cada vez mais crescente. As gigantes deste
seguimento como: Spotify, Deezer, Youtube Music, Aple Music, Napster e Amazon
Music faturam mais R$1,5 bilhão por ano. Com mais de 22 milhões de assinantes. E
se juntar com os não assinantes os números aumenta para mais de 50 milhões.
Mas apesar de
todo esse sucesso do mercado digital, a música segue tocando para a mídia
física. Em 2023 as vendas das mídias físicas chegaram a marca de R$16 milhões
em 2023. No entanto, isso representa apenas 0,6% do total do faturamento da
indústria, sendo um faturamento maior do que o último pico de vendas que foi em
2018, tendo um crescimento de 35,2% comparando com o ano que o antecedeu. Entre
as mídias físicas tem o destaque para o Vinil, que muitas vezes é adquirida por
colecionadores e fãs mais apaixonados pelo artista.
Todo esse
crescimento do Brasil ajudou a produção da América Latina, segundo o IFPI, a
segunda região, de maior crescimento mundial com pouco mais de 19%, ficando atrás
apenas da África Subsaariana que tem um crescimento acima de 24%, esse mercado
é liderado pela África do Sul e Nigéria.
Um dado
importante que é colocado pela Pro-Música Brasil (associação da indústria
fonográfica nacional), é a contínua presença da música nacional entre as mais
tocadas do streaming. No 2023, mais de 93% do top 200 das músicas mais tocadas
nos streamings foram canções brasileiras, característica diferenciada do
mercado brasileiro em comparação a maioria dos outros de nível mundial. Estilos
como o: Sertanejo, é responsável pela a maioria das primeiras colocações, no
entanto há presença nessa lista os estilos como o Funk e o Pop.
O Mercado é
grande e amplo e cabe a cada artista ser cada vez mais ousado e criativo para
buscar conseguir um pedaço dessa fatia na indústria musical.
por Amauri Barbosa

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